Bom, não sei se lembram do meu post para adicionar marca d’água em imagens, mas recentemente eu troquei de computador e estou co
m um Mac OS X. Mas quando fui instalar o phatch tive problemas com a biblioteca PIL, que apresentava o erro “IOError: decoder jpeg not available” quando tentava gerar as imagens.
Após algumas buscas, descobri que faltava a libjpeg no meu mac, e com mais algumas buscas foi simples encontrar o seguinte passo para instalar o PIL com suporte ao decoder de jpeg. thanks to Colby Palmer!
- fink install libjpeg
- python setup.py build
- sudo python setup.py install
E bom proveito! ![]()
Pois bem, como meu monitor tinha interface DVI resolvi fazer um pequeno upgrade na placa de vídeo e passar a comunicação de analógico para digital. A troca da placa foi muito tranquila, bastou retirar a antiga GeForce 4 MX e plugar a nova que ela funcionou de primeira em modo analógico.
Antes de mexer com o manipulador de janelas para que fosse possível mover janelas entre monitores, coloquei para funcionar o monitor via digital (conexão DVI). Para isso, alguns parâmetros precisaram ser alterados em meu xorg.conf. Assim, os seguintes parâmetros foram adicionados à sessão “device”.
Option "ExactModeTimingsDVI" "True" Option "ConnectedMonitor" "DLP" Option "IgnoreEDID" "1" Option "UseEDIDFreqs" "false" Option "ModeValidation" "DFP-0: NoMaxPClkCheck, NoEdidMaxPClkCheck, AllowNon60HzDFPModes"
Os arquivos incluídos no projeto (chamados de bibliotecas), que em um projeto ANSI C utilizaria arquivos .h e .c, o Dynamic C utiliza arquivos com extensão .lib. E ao invés de #include, utilizam a diretiva #use.
Enfim… a IDE deles não é das melhores e por isso resolvi trabalhar com o Eclipse, mas ai surgiu o problema. O Eclipse por padrão entende que o .lib é uma biblioteca estática compilada e não faz syntax highlighting, não encontra as funções e variáveis. Assim, muitos dos benefícios do Eclipse acabam sem uso.
A solução para isso seria alterar o Default File Content-Type do Eclipse, para isso eu precisaria criar um plugin e instalar na minha IDE. Confeço que tentei dar uma olhada, mas a API me pareceu bem complexa e eu não tinha tempo para estudar tudo aquilo.
Pesquisei vários programas, alguns faziam o que eu queria, outros chegavam perto, outros eram muito ruins. Mas no final de tudo encontrei uma ótima solução freeware.
Phatch é o nome do programa e ele trabalha com algumas configurações com as edições que serão executadas nos arquivos e no final gera os novos arquivos, tudo muito simples e claro. Além de cumprir muito bem o prometido, ainda foi desenvolvido em Python e é multi-plataforma.
Os primeiros testes foram com o Windows Vista que eu tinha instalado na máquina, e vários conflitos na utilização das duas placas surgiram. Nada fez com que o Vista deixasse as duas placas sem conflitos. ![]()
Sem sucesso perdeu a vez para o Windows XP… alguns minutos depois de instalação, lá estava rodando o XP com as duas placas. Mas os problemas não haviam acabado, o XP só conseguia fazer resoluções convencionais em ambos. Não conseguia configurar um em widescreen e outro em resolução normal normal, algo como 1680 x 1050 e 1280 x 1024, o melhor que chegou foi um 1600×1200 no 22″wide e 1280×1024 no 17″. (mas o wide fica muito distorcido com essa resolução)