Desenvolvimento
Tradutor subnutrido para celular
Acabamos lendo muita coisa, e muita coisa em inglês. Como não é nossa primeira lingua, acabamos esquecendo algumas palavras e com esse problema pensei… como sou burro… poderia ter um tradutor online que se encaixasse bem no meu celular. Tenho um SonyEricsson K790, que não é nenhuma maravilha, mas funciona bem mas não fica bem com um Google Translate, por exemplo.
Por isso, dei uma fuçada na página do Google Code para ver a Language API e fiz uma interface basicona que, funciona com meu celular e não tem nada gráfico ou textos que gastem meus preciosos bytes GPRS.
function translate() { google.language.translate("Hello World", "en", "pt-PT", function(result) { if (!result.error) { var container = document.getElementById("translation"); container.innerHTML = result.translation; } }); return false; }
Acima tem um exemplo de como buscar dados no servidor do Google Translate e coloquei a ferramenta disponível no meu site.
Simples, qualquer um faz, mas vai ajudar bastante a minha vida e pode ajudar a de alguém ai também! Adicionem em seu bookmark do celular http://mt.mdias.com.br
Executando processos de negócio

Recentemente fiz uma palestra sobre BPEL (Business Process Execution Language) com o amigo Alex Souza na pós que estou fazendo em Engenharia de Software e compartilho aqui com vocês nossa apresentação e material colhido/estudado.
BPEL é basicamente uma linguagem para orquestração de serviço web criada por um consórcio onde participam grandes nomes como IBM, Oracle e Microsoft. Todas já com seus próprios BPEL Engine implementados nos servidores de aplicação. Atualmente incorporada pela OASIS como um dos padrões a serem trabalhados, temos diversas iniciativas de empresas como a Microsoft implantando BPEL no Windows Vista e ferramentas como a da Oracle, o Oracle BPEL Process Manager, que está acoplado em um interessante framework para desenvolvimento de aplicações distribuídas.
Alternativa para editar projetos Dynamic C no Eclipse
Os arquivos incluídos no projeto (chamados de bibliotecas), que em um projeto ANSI C utilizaria arquivos .h e .c, o Dynamic C utiliza arquivos com extensão .lib. E ao invés de #include, utilizam a diretiva #use.
Enfim… a IDE deles não é das melhores e por isso resolvi trabalhar com o Eclipse, mas ai surgiu o problema. O Eclipse por padrão entende que o .lib é uma biblioteca estática compilada e não faz syntax highlighting, não encontra as funções e variáveis. Assim, muitos dos benefícios do Eclipse acabam sem uso.
A solução para isso seria alterar o Default File Content-Type do Eclipse, para isso eu precisaria criar um plugin e instalar na minha IDE. Confeço que tentei dar uma olhada, mas a API me pareceu bem complexa e eu não tinha tempo para estudar tudo aquilo.
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